Para Foucault a classe
burguesa com o seu domínio, surgido por conta do capitalismo, persuadia a
população (alienada) que acabava ficando “escrava” desse poder e ele acreditava
também que os intelectuais eram os produtores das "verdades". Foucault possui várias formas de ver o
poder, podendo ser visto como, mercadoria; uma teoria baseada na relação de
força (sendo repressora) e uma teoria do poder como guerra. Alem de falar que o
poder se da de maneira difusa, onde todos participam e não tem poder apenas nas
mãos de uma pequena parte da população.
Para opensador, a dominação atual não se dá centralizadamente, como na Idade Media, e sim nas relações sociais e recíprocas. Ele entende que os mecanismos de dominação exercem controle sobre o corpo, consequentemente tendo relações de poder. Identificando assim o poder do corpo e o poder sobre o corpo,vendo o corpo como fornecedor de lucro e de grande produtividade.
Para ele, a escola, a prisão
e o hospital são instituições que capturam o individuo e não permitem a interação
social ou familiar, apesar de ao longo dos anos houve uma transformação que foi
a retirada de castigos físicos nesse local para a implantação de meios mais
suaves que permitem que o individuo não destrua os seus recursos vitais tornando
essas pessoas mais produtivas para a sociedade.
A ideia central do filósofo foi passada, mas acho que o texto poderia ser um pouquinho mais desenvolvido. Por exemplo, citar exemplos de relações sociais e a dominação realizada naquele contexto. Mas eu acho que, resumidamente, deu pra pegar legal o conceito.
ResponderExcluirFelipe Resende
RA00120023
Acredito que a ideia central do post era descrever os argumentos a cerda do poder que tem o pensador, contudo, para mim, principalmente nos trechos transcritos abaixo:
ResponderExcluir"Alem de falar que o poder se da de maneira difusa, onde todos participam e não tem poder apenas nas mãos de uma pequena parte da população".
"Para opensador"
"apesar de ao longo dos anos houve uma transformação que foi a retirada de castigos físicos nesse local para a implantação de meios mais suaves que permitem que o individuo não destrua os seus recursos vitais tornando essas pessoas mais produtivas para a sociedade"
o texto se tornou confuso e a ideia de objetividade acabou atrapalhando o entendimento dos conceitos de Foucault.
Acho que a direção dada ao texto foi errônea e a informação e contextualização, que eram os principais objetivos, foram deixados de lado, problemas que seriam facilmente resolvidos, como comentou nosso colega, se o texto fosse um pouco mais desenvolvido e citasse exemplos contemporâneos.
Lys Silva Conceição
RA00113220
Matheus Marques Luque
ResponderExcluirRA00114610
Vocês conseguiram transmitir bem algumas idéias do Foucault, porém acho que deveriam ter focado mais na ideia de sociedade de controle. Na forma como depois de muito tempo seguindo-se uma disciplina o ser humano tende a querer ser vigiado, para que com isso ele tenha uma imagem de segurança. O indivíduo passa a precisar de alguém que o controle, ele precisa de alguém com um outro patamar hierárquico para controlá-lo; essa teoria pode ser vista muito claramente nos dias de hoje; achei que vocês poderiam ter dado maior importância a esse pensamento.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirRA00112472
ResponderExcluirO texto transcorre sobre os mecanismos de dominação da sociedade sob o ponto de vista do filósofo em questão. Apesar de ter achado alguns trechos um pouco confusos, é interessante observar, como foi colocado, as diferentes instituições que vigiam e disciplinam o homem desde seu nascimento. A prisão e a escola, por exemplo, são lugares onde somos moldados e educados para fazer parte da sociedade capitalista de forma dócil e sem maiores questionamentos. É importante, como ficou claro no texto, esclarecer que, para Foucault, a dominação não parte necessáriamente de algo "abstrato" ou grandioso, como a desigualdade e o Estado, por exemplo. Para ele, estas instituições primárias, desde a família, são também de fundamental importância no processo de moldar o indíviduo para a sociedade. Enfim, apesar de, como já foi dito, um pouco confuso, achei o texto bom por explorar não apenas as idéias principais do pensador, mas também o aspecto das instituições, que nos formam seres obedientes e apreciadores da vigilância como forma de segurança e garantia da vida.